22 abril, 2017

FOTO MÍSTICA #6 - Yuran [1994]

O FOTO-MÍSTICA é um espaço de registo e divulgação da história do FUTEBOL CLUBE DO PORTO. O objectivo é recordar os seus momentos, os seus valores, os seus princípios, a sua cultura, a sua marca, a sua dimensão, as suas gentes. Numa palavra: a sua MÍSTICA. Todos são convidados a participar nesta viagem. Se pretenderem ver divulgada uma fotografia em especial, podem enviar e-mail para rodalma@hotmail.com.



Época: 1994/1995.
Local: Estádio da luz.
Data: 02.10.1994.
Resultado: sl benfica 1x1 FC Porto.
Aparecem na fotografia: uran, Kulkov e jogadores do sl benfica.
Foi um dos grandes momentos que os portistas viveram nas bancadas do antigo estádio da luz. E logo protagonizado por quem.

Sergey Yuran não marcou muitos golos com a camisola do FC Porto, mas o seu papel no título de 94/95 foi importantíssimo, muito devido à impressionante capacidade física que, aliada à sua garra, lhe permitia pressionar e desgastar as defesas adversárias como poucos.

A sua transferência para as Antas, consumada a 3 de Setembro de 1994, é mais uma das muitas jogadas de mestre do Presidente Pinto da Costa junto dos rivais de Lisboa, apenas suplantada pelos episódios Futre, Deco e João Moutinho. E, para cúmulo, Yuran veio envolvido num pacote 2 em 1: com ele chegou também o centro-campista Kulkov (mais atrás na fotografia), detentor de fina técnica e de sentido táctico apuradíssimo.

Artur Jorge havia chegado a Carnide para treinar os vermelhos e decide que os russófonos não teriam lugar na equipa. Bobby Robson e o seu adjunto José Mourinho – que os conheciam do Hospital São José em Lisboa, por serem visitas assíduas de Cherbakov, que ficara paraplégico após um terrível acidente na Avenida da Liberdade – após tomarem conhecimento de que os dois futebolistas eram jogadores livres, não deixaram escapar a oportunidade e o empresário Paulo Barbosa intermediou o negócio.

A transferência dos dois soviéticos (Yuran é ucraniano e Kulkov é russo) na imagem foi alvo de forte polémica. Quando confrontado com a fama de Yuran e Kulkov gostarem demasiado de vodka e de se fazerem acompanhar de esculturais russas à bôite Maxime, o Presidente teve pronta resposta: "Não contratámos dois santos nem eu sou o abade das Antas". Também Sir Bobby Robson alinhava pelo mesmo diapasão e dizia que "Vamos dar-lhes uma nova oportunidade na vida", sabendo que ser vermelho é estar perdido na vida.

Rumaram pois à cidade Invicta para se sagrarem campeões nacionais, sendo ainda hoje os dois únicos estrangeiros campeões nacionais em épocas consecutivas por clubes diferentes. No final da temporada, os dois seguiriam para o Milwall, após breve e bem sucedida passagem pelo Spartak de Moscovo. Yuran não mais regressou a Portugal devido a um processo em tribunal após um acidente a altas horas da madrugada na Avenida da Boavista. Da colisão de 24 de Novembro de 1994 resultou a morte de Ângelo Oliveira, sendo que Yuran acabou por ser condenado a 1 ano de prisão efectiva por homícido por negligência (pena que não cumpriu, ao abrigo da Lei da Amnistia) e ao pagamento de 3 mil contos à família da vítima - a sentença, branda, não agradou aos familiares da vítima. Kulkov ainda regressou ao campeonato nacional para jogar no Alverca em 1999/2000.

O disparo de Yuran, aos 66 minutos, simboliza a conversão de um infiel. Kulkov acompanha o lance de perto, também em busca de purificação espiritual. Na fotografia podemos ver que Yuran parece gritar no momento do disparo, tal é a fé que deposita naquele remate. Paulo Madeira bem se esforça para efectuar o corte, mas a sua facies denuncia que corre para uma missão impossível. A bola já passou o crivo defensivo e vai perfurar as redes de Preud’homme. Um tiro de pé esquerdo, à queima-roupa, indefensável. Abel Xavier, aqui ainda católico e de cabelo preto, apenas esboça uma reacção. Depois do golo, Yuran corre para o banco de suplentes para abraçar o jovem Bicho, que não se inibe de lhe dar uns bons cachaços.

Isaías havia de empatar a contenda já na segunda parte, mas o golo de Yuran é inesquecível, por representar a redenção de um pecador. O ucraniano seria expulso aos 74 minutos, juntando-se nos balneários a Paulinho Santos, que havia recebido ordem de expusão ainda durante a primeira parte.

No final do jogo, as opiniões contrastavam. Enquanto que Filipovic afirmava que o clube da 2ª circular havia jogado contra uma das melhores equipas do mundo a controlar o seu espaço defensivo, Inácio referia que o Sr. Bento Marques, juiz da partida, tinha ajudado o clube da casa a conseguir o empate, não marcando faltas a favor dos azuis e brancos.

Quando perguntaram a Yuran qual era a melhor recordação dessa temporada, a resposta é pronta:

“Ahhhh, claro que é aquele golo na luz. Marquei o 1-0 aos 65 minutos, fui expulso por dois amarelos aos 75” e o Isaías empatou aos 90”. Acabou 1-1, mas marcar aquele golo foi muito bom, libertador. A caminho do balneário, o José Mourinho, naquele estilo que ainda hoje lhe é característico, agarrou-se a mim e gritava para o ar ”és o maior”, ”estás aqui é para marcar”, ”mostraste aos gajos que és bom”, ”deste-lhes uma lição”. Eu só me ria, enquanto os jogadores do Benfica seguiam cabisbaixos, como o treinador [Artur Jorge] e até o presidente [Manuel Damásio]. O Mourinho deixou a porta do balneário aberta e continuou a falar altíssimo, para os do Benfica ouvirem.”
A redenção e consequente libertação de Sergey Yuran, pelas palavras do próprio, estava assim consumada. Também Kulkov, anos mais tarde, tinha noção do significado daquele golo. Tal como na parábola da ovelha perdida, parece perceber que há mais júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por 99 justos, que não precisam de arrependimento.

“Que momento! Marcou de pé esquerdo, festejou à doido e foi expulso. Um momento à Yuran”
Yuran soube resumir na perfeição o que significou o FC Porto na sua vida, dando razão a Bobby Robson quando este adivinhava uma nova oportunidade na vida:

“O FC Porto era uma família, o benfica… uma brincadeira”
Yuran tem actualmente 47 anos e é treinador do FC Mika da Arménia. Kulkov conta 50 primaveras e treina os sub-21 do Spartak de Moscovo.

FONTES UTILIZADAS, A QUEM AGRADECEMOS:
  • Mais Futebol
  • Zero Zero
  • FC Porto Notícias
  • Jornal de Notícias
Rodrigo de Almada Martins

21 abril, 2017

NÓS NÃO PARAMOS DE CANTAR… POR TI!


Aproxima-se a grande passo os momentos das grandes decisões em todas as modalidades. E juntos com as nossas equipas estão os seus adeptos! Em fim-de-semana de Páscoa, uns encolhem as férias, outros prolongam-nas e outros ainda interrompem-nas. Objectivo é comparecer em Braga e 6 mil disseram “presente”. Sim, 6 mil Dragões invadiram Braga!!!

Num passado recente não há memória de tamanha deslocação à capital do Minho. Todos os caminhos foram dar ao estádio AXA. Para cerca de meia centena de adeptos, ainda houve outros caminhos antes. O caminho para o centro da cidade. Às 14h um grupo de ultras do FC Porto (SD e C95) almoçou num restaurante no centro da cidade. De seguida, juntos seguiram para a praça do município e andaram pelas ruas de Braga em pleno Sábado à tarde.

Hora de beber uns finos juntos à Sé, antes de rumar ao estádio. Chegámos ao estádio ainda faltam cerca de três horas para o jogo começar. Junto à roulotte “estádio bar”, mesmo junto à entrada para o recinto, estavam os ultras do Braga escoltados pela polícia. Mais de três horas antes da partida, aqueles que supostamente jogaram em casa, estão retidos pela polícia sem que possam sair daquela zona. Na prática jogaram fora, a invasão foi-se consumando. Era adeptos do FC Porto por todo o lado, e concentraram-se nas roulottes que nos são destinadas.


Picardias entre adeptos e a polícia sempre com um tom provocatório e ameaçador, o ambiente era claramente de jogo grande.

Fora das quatro linhas vencemos por goleada, se cá fora andávamos à vontade e os ultras do Braga é que estavam “presos” na sua própria casa, isto depois de termos passado o dia no centro da cidade (só faltou ir às compras!), dentro do estádio um piso superior era todo nosso, de uma ponta à outra!!!

Um apoio enorme à equipa e só foi pena o resultado, porque a nossa deslocação fica para história. Parabéns a todos os presentes, aos que vão sempre, aos que vão quase sempre e aos que vão de vez em quando. Na minha opinião, relativamente à prestação na bancada, houve momentos muito bons, arrepiantes mesmo, com a bancada toda a cantar! Pena que os adeptos só acompanhem a claque durante alguns segundos e de forma espaçada. Principalmente quando jogamos fora, quem está ali tem de aguentar os 90 minutos, de pé e a incentivar. Os jogadores sentem esse apoio e precisam dele para ganhar os jogos!!

Vamos ter fé que ainda é possível, vamos acreditar até ao fim, vamos apoiar nos cinco jogos que faltam!

Um abraço ultra.

20 abril, 2017

RAQUETADAS.


Mais um set point desperdiçado.

Por inépcia própria, forças alheias ou simplesmente porque os deuses não estão para aí virados, a verdade é que Setúbal, benfica e Braga foram todas elas ocasiões privilegiadas para nos colocarmos na liderança por mérito próprio, ou forçar essa liderança por desgraça alheia.

Do jogo de sábado podemo-nos escudar em razões da lógica para justificar o resultado. Quer sejam os índices motivacionais que o técnico bracarense incutiu à equipa, bem diferentes da equipa amorfa que por 3 vezes esta época defrontou o clube mãe. Ou, como tem vindo a ser recorrente desde Agosto, os problemas de visão do Senhor do Apito, sempre com olhos de águia para as infrações cometidas por jogadores azuis e brancos, contudo, acossado por repentinos e fulminantes ataques de cegueira aguda, sempre que estavam em causa o julgamento das várias tentativas de partir pernas, que os homens da pedr(eir)a perpetraram sobre os nossos jogadores.

Estando absolutamente fora de hipótese qualquer abordagem no sentido da corrupção, compadrios e tráfico de influências entre os membros da nossa honrada classe da arbitragem, penso que cientistas e investigadores deveriam-se empenhar profundamente no estudo das causas de tão grave maleita, tão penalizadora para a saúde de tantos pobres e justos juízes, sempre que alguém trajando o emblema do Dragão é ceifado por um adversário dentro das 4 linhas. Uma verdadeira pandemia.

No entanto, sem detrimento das razões enunciadas nos parágrafos anteriores, haverá uma que de certa forma as tem ofuscado nos jogos mais recentes: A exacerbada falta de confiança de Nuno Espírito Santo (NES).

Desde o empate da equipa vermelha em Paços de Ferreira, que abriu o topo da classificação ao nosso alcance, NES (e a equipa) têm acumulado asneiras, incoerências e um medo gritante de perder. São incompreensíveis as apáticas entradas que tivemos nos últimos 4 jogos. É incompreensível o falhanço táctico que nos custou 2 pontos contra Setúbal, a falta de ambição após o golo do empate na Luz, ou as absurdas substituições Brahimi e A. André em Braga, muito mais próximas de um treinador que quer perder tempo e trancar o resultado, do que procurar os louros do Olimpo.

É inegável o bom trabalho que NES tem feito esta época. Graças a ele, a equipa do Futebol Clube do Porto voltou a ser respeitada nos relvados onde entra. Mas para ganhar títulos é preciso algo mais do que o simples q.b.. É preciso ambição. Coragem para correr riscos. Estofo de campeão. Algo que  urge a NES compreender. A entrada directa na Champions, que o 2º lugar (ainda) confere, não é consolo para nenhum portista.

O mapa classificativo diz-nos que nada está perdido. Sábado passado foi teoricamente o nosso jogo mais difícil. A equipa da Luz também terá que enfrentar o seu. Há (ainda) boas probabilidades de no próximo fim de semana virmos a ocupar essa tão almejada primeira posição, se confiarmos na boa forma leonina e no cumprimento obrigatório da nossa função no Dragão.

Que os deuses da fortuna nos pisquem finalmente o olho e que Nuno consiga meter na cabeça que "SOMOS PORTO" é NÃO TER MEDO de nada, nem ninguém!

Caso contrário, em vez de um set a nosso favor, teremos um match point contra!

19 abril, 2017

O SÉRIO PRESIDENTE DO CONSELHO DE DISCIPLINA.


Desde Junho passado que José Manuel Meirim é o presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, numa escolha que se tem vindo a revelar uma verdadeira falácia, pois o professor de direito desportivo tem por repetidas vezes deixado na gaveta a imparcialidade que se exige a quem desempenha tais funções.

O último episódio, e talvez o mais chocante até à presente data, prende-se com o castigo a Brahimi e Luís Gonçalves após as suas expulsões no sábado passado em Braga.
Em relação a Brahimi, depois de termos assistido a uma série de casos em que nada aconteceu como na semana passada Samaris ter dado um murro num adversário, o mesmo Samaris ter agredido Alex Telles na semana imediatamente anterior, e Luisão (um clássico!) ter encostado a cabeça ao árbitro Nuno Almeida (ok, ficou tudo em família!) no slb-chaves, agora vemos o argelino castigado em dois jogos por alegadamente ter encostado a cabeça ao 4.º árbitro (já alguém viu essas imagens?) e de ter proferido palavras impercetíveis (bandido, não lhe chamou filho da p... pois isso ele já percebia!). Fantástico!
Relativamente a Luís Gonçalves, não sabemos se o descrito como justificação para a sua expulsão é verdade ou não, pois quem mente uma vez, mente quatro ou cinco vezes. O que sabemos é que os casos não são todos tratados da mesma forma, bastando para isso recordar os comportamentos de Rui Costa ontem recordados no Porto Canal e as diversas ocasiões em que o banco do slb (não confundir com Novo Banco, apesar de servir como banco do presidente do slb) pressiona, intimida, insulta e ameaça adversários e equipas de arbitragem.

Mas não é de hoje que José Manuel Meirim tem uma relação difícil com a imparcialidade.
O Sr. Dr., após ser indicado como candidato a CD da FPF, proferiu declarações fantásticas sobre o caso dos vouchers e do caso do atraso do FC Porto num jogo da taça da Liga em 2013/14. Para além de considerar os vouchers algo impoluto (que justiça esperar de quem pensa desta forma?), atente-se ao que diz sobre o atraso do nosso clube: “O ónus da prova está do lado da acusação....”. Ora pergunto eu: Então, que provas factuais existem relativamente aos comportamentos de Brahimi no passado sábado? Basta o 4.º árbitro dizer que este lhe encostou a cabeça quando mais ninguém viu tal coisa? A relação entre coerência e José Manuel Meirim pelos vistos também não passam os melhores dias.

Mas vamos à cereja no topo do bolo!
Em 2014, aquando das eleições para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, a sumidade do direito desportivo cá do burgo, mostrou-se muito indignado com a recusa da candidatura de Fernando Seara à presidência da Liga por parte do presidente da Assembleia Geral da Liga.
E o que tem isto de problemático? É que José Manuel Meirim era, à data, advogado de uma Sociedade chamada CSA – Correia, Seara, Caldas, Simões e Associados.
Conseguem adivinhar a quem se refere o nome Seara? Precisamente Fernando Seara, o tal candidato à Liga. Ou seja, Meirim emitiu parecer sobre o colega do mesmo escritório de advogados... ser juiz em causa própria é, de facto, de uma imparcialidade notável. Mas calma, que isto ainda não acabou!
Quem será que também fazia parte desta Sociedade? O dr. João Correia! Este ilustre advogado, entre muitas e muitas coisas, advogado do slb na disputa com Jorge Jesus, chegou a ser o representante do slb na UEFA enquanto era Vogal do Conselho Superior do Ministério Público, eleito pela Assembleia da República. Chega? Não...
Quem também fazia parte desta Sociedade era Nuno Lobo, presidente da Associação de Futebol de Lisboa, o tal que em Setembro de 2013, após um incidente com Pinto da Costa e Adelino Caldeira, afirmou que “Lisboa vai liderar o futebol em Portugal, custe o que custar”.

Em conclusão, o presidente do CD da FPF denota comportamentos não de alguém equidistante dos poderes existentes no futebol, mas sim, alguém que pelo seu passado, percurso e relações, parece não ter condições para desempenhar tais funções. Tem a palavra a direção da FPF.
Até lá, cabe a todos os portistas não se desunirem. Cabe a todos nós continuarmos esta luta com um objetivo comum. Todos remam para o mesmo lado, todos lutam com a mesma orientação. Para desconforto de muitos como Pedro Guerra que criticam Luís Gonçalves e suspiram por Antero Henrique, este clube está diferente. Está lutador, está mais fiel à sua identidade, está mais PORTO. Pode e deve ainda fazer melhor, pode e dever ainda ser mais agressivo e letal como algumas máquinas de propaganda que por aí existem. Mas, ando farto de dizer isto, o caminho que já se percorreu e recuperou esta época, é um ganho que nunca mais poderemos desperdiçar, pois tem que ser um verdadeiro caminho sem retorno.

Um abraço, até domingo no sítio do costume!

18 abril, 2017

AS NOSSAS MODALIDADES – RESUMO DO FIM DE SEMANA.



JOGO DA SEMANA

O fim-de-semana de Páscoa, trouxe-nos 2 compromissos do campeonato nacional de ANDEBOL.

Na quarta-feira, a receção aos de carnide era o prato ideal para manter o pavilhão ativo e unido em torno da equipa rumo ao resgate. Uma primeira parte onde nem sempre conseguimos impor o nosso jogo, levava a uma desvantagem de 1 golo ao intervalo. Não só a menor qualidade do nosso andebol nesse período era justificação, mas também os habituais artistas apitadores pretendiam recuperar o “equilíbrio” no campeonato.

Na 2ª parte, a palestra de Ricardo Costa fez efeito e foi já dentro dos últimos 20 minutos que o nosso FC Porto passou para a liderança e foi construindo a marcha do marcador rumo à vitória final. Mais um jogo em que o nosso adversário teve muito menos minutos de exclusão que a nossa equipa. Neste caso, foram 25% das exclusões.

No sábado, foi a vez da deslocação a Águas Santas, onde os locais tentaram fazer encaixe financeiro para o resto da época ao colocarem os bilhetes a 8€ e a impedirem a transmissão do Porto Canal. Na realidade, o que pretendiam, era afastar do pavilhão tudo o que se relacionasse com o azul e branco para assim os lisboetas António Trinca e Tiago Monteiro tentarem “devolver a emoção” ao campeonato. O último jogo após a condenação do Alexis Borges, não começou da melhor forma para a nossa equipa e a 1ª parte foi favorável aos maiatos, que aos 15 minutos lideravam o marcador com 4 golos de vantagem.

A 2ª metade da primeira parte foi favorável à nossa equipa e o intervalo chegava apenas com desvantagem de 1 golo. A 2ª parte manteve o ritmo e alargamos a vantagem até aos 21-17 a 12 minutos do fim do jogo. Em 4 minutos, desperdiçamos essa vantagem e permitimos o empate aos maiatos. Os últimos 8 minutos trouxeram melhor performance da nossa equipa e a vitória final surgiu por 2 golos de vantagem.

O próximo jogo trata-se da deslocação à Madeira, no próximo sábado, pelas 15h00.


AS OUTRAS MODALIDADES

A equipa de BASQUETEBOL deslocou-se a lisboa para defrontar o carnide, e em sexta-feira santa, resolvemos dar uma pálida imagem do basquetebol que somos capazes de apresentar. O primeiro período foi claramente favorável aos visitados que chegaram ao fim de 10 minutos a vencer por 22-6. Um 2º período favorável à nossa equipa permitiu minimizar a pálida imagem e chegar ao intervalo com o jogo em discussão e uma desvantagem de 7 pontos.

O 3º período voltou a ser favorável aos locais que aumentaram a vantagem para 8 pontos. Como não há 2 sem 3, o último período voltou a ser favorável aos locais que terminaram o jogo com uma vantagem de 17 pontos. Restam 3 jogos até ao final da 2ª fase e necessitamos de vitórias para alcançarmos os play-off em 1º lugar e assim garantirmos o fator-casa em todas as eliminatórias do play-off.

No próximo fim de semana, teremos jornada dupla com a deslocação a Ílhavo (6ª feira, 21h30) e receção ao Guimarães (domingo, 17h45).

A equipa de HÓQUEI EM PATINS regressa à competição no próximo domingo, após pausa para o torneio de Montreux de seleções, com a deslocação a Paço d’Arcos (domingo, 17h).



Abraco,
Delindro

17 abril, 2017

PRECISAMOS DO ESPÍRITO SANTO, DE JESUS, E MESMO ASSIM...


Infelizmente, aconteceu o que mais temia neste fim-de-semana: acordar no domingo e constatar o destaque garrafal do FC Porto nas capas dos três jornais desportivos! Tal significa obviamente que as coisas correram mal ao FC Porto porque em caso de vitória, o FC Porto apenas tem direito ao seu habitual e envergonhado cantinho pequenino. Os anti-Portistas ficaram histéricos com o empate do FC Porto e alargamento da desvantagem para o 1º classificado, foi vê-los a sair da toca, de onde se encontravam quando a liderança estava presa por apenas um ponto.

Se um ponto de diferença para o 1º classificado já tornava o cenário complexo, 3 pontos tornam realisticamente o cenário MUITO complexo. Digamos que antes de braga as coisas estavam difíceis, depois de braga ficaram muito difíceis, continuamos a depender de terceiros, sendo que na próxima jornada em caso algum ficaremos completamente isolados na liderança, o que obviamente complica muito.

Relativamente ao jogo, creio que não há muito mais a dizer face ao que já foi dito neste e noutros espaços da blogosfera azul e branca. É verdade que os primeiros 45 minutos do FC Porto foram maus, tal como por exemplo os 90 minutos do líder em moreira de cónegos na semana passada foram miseráveis (não são palavras minhas, mas sim de muitos ilustres adeptos encarnados), é verdade que na 2ª parte o FC Porto fez mais do que suficiente para fazer a reviravolta (perdidas inacreditáveis de Brahimi e Danilo com a baliza escancarada), é verdade que Brahimi foi expulso por um 4º árbitro que nem percebeu bem o que o argelino disse, ao contrário do que aconteceu a luisao (com entrada violentíssima para vermelho) e samaris (com um murro no estomago do adversário) na semana passada e é verdade também que o árbitro teve alterações oftalmológicas e de interpretação das leis do futebol ao longo dos 90 minutos. Segundo esses mesmos 3 jornais de que vos falava no início (em que 2 deles são assumidamente anti-Portistas), há um penaltie claro por marcar a favor do FC Porto e uma expulsão perdoada a cartabia aos 58 minutos, mas aos 45 minutos o sr. árbitro não teve qualquer dúvida e apitou imediatamente penaltie contra o FC Porto. Tinha prometido a mim mesmo que não iria falar mais de arbitragens, mas parece que o nível ainda pode descer mais baixo no que toca às arbitragens dos jogos do FC Porto. Acho que já se passou de uma situação grave para uma situação patética e caricata, que muito provavelmente só irá parar quando o desígnio nacional se concretizar definitivamente.


Muito sinceramente, a última oportunidade do FC Porto almejar alguma, mesmo que reduzida, esperança de ainda atingir o título de campeão nacional reside no próximo fim-de-semana. Com uma agravante, mesmo que as coisas corram muito bem ao FC Porto na próxima jornada, seguem-se duas difíceis deslocações à Madeira e a Chaves, e olhando para os 4 pontos perdidos ultimamente com setúbal e braga (equipas que jogam bem menos que marítimo e chaves) então as perspectivas não são as melhores. Ou seja, depois do tropeção em braga, em nenhuma situação sairemos confortáveis da próxima jornada, o que ainda faltando 4 jornadas difíceis torna tudo muito mais complexo. Pelo contrário, com imenso desgosto meu, uma não-derrota do nosso rival direto em alvalade, tornará o título deles uma quase-realidade.

Neste momento, não considero muito relevante dissertar sobre a minha confiança na equipa para as últimas 5 jornadas, cabe aos jogadores, treinadores e principais responsáveis do clube fazer o seu trabalho da melhor forma possível até à última pinga de suor. O tempo de balanços, decisões, reflexões e preparação da próxima época far-se-á apenas em maio quando o campeonato estiver acabado. Aí sim, terão que haver reflexões muito sérias e importantes para o futuro próximo do clube, doa a quem doer, tomem-se as decisões que se tiverem de tomar. Até lá, temos todos de apoiar, como aliás, têm feito os adeptos ao longo de toda esta época. Arrisco em dizer que nunca vi, mesmo em épocas brilhantes, um apoio tão constante dos adeptos, mesmo com as coisas a correrem menos bem, mesmo sem o FC Porto ainda nada ter ganho e nunca ter estado em 1º lugar.

Uma nota final para NES. Não vou falar de táticas, se é melhor jogar com 4 médios do que com 3, se Corona faz mais sentido que André Silva ou se Óliver encaixa melhor neste ou naquele sistema tático. Mas digo apenas o seguinte: a história do FC Porto não se fez de treinadores que estavam mais preocupados com a sua imagem exterior ou com o facto de serem uns gajos porreiros e pacíficos. Um treinador do FC Porto, seja ele qual for em que altura for, apenas tem de se preocupar com o FC Porto, em defender os seus, em contribuir unica e exclusivamente para levar o clube aos títulos (sim, aos títulos, porque sem títulos, não há ninguém que fique para a história!), não pode estar preocupado se em algum momento vai dizer algo que irá ferir suscetibilidades ou abrir inimizades. Apenas três de muitos exemplos que poderia dar, Vítor Pereira foi gozado e achincalhado por muita comunicação social, mas nunca teve medo de defender o clube e os seus alto e bom som seja em que sítio fosse, António Oliveira nunca teve medo de dizer as verdades inconvenientes mesmo nos sítios mais polémicos e Villas-Boas calou um a um os meios de comunicação social que desconsideraram no início da época. NES não pode querer ser um gajo porreiro, elogiado pela generalidade da comunicação social perante tudo aquilo que se tem passado neste campeonato ao nível das arbitragens nos jogos do FC Porto. No final, não serão apenas os resultados a ditar o desempenho do treinador, mas toda a sua atitude, nomeadamente a forma como defende o clube das poucas-vergonhas quase diárias das quais o nosso clube é alvo. A fase é terrível, porque cresce uma hegemonia que determinado clube nem nos tempos da ditadura teve, por isso é preciso um treinador do FC Porto que não tenho medo de chamar os bois pelos nomes. E por aqui me fico...

15 abril, 2017

TROPEÇAR SEM COMPROMETER.


SC BRAGA-FC PORTO, 1-1

O FC Porto escreveu esta noite na pedreira mais um episódio da presente edição da Liga NOS com mais uns casos polémicos a juntar à extensa lista de situações decorridas ao longo da época.

Somando um ponto e perdendo dois, os Dragões viram o líder distanciar-se, havendo agora uma diferença entre eles de 3 pontos. Tudo isto quando faltam 15 pontos por disputar.

A entrada em jogo dos azuis-e-brancos voltou, tal como em várias jornadas, a não ser a melhor. Dar avanço de 45 minutos ao adversário tem sido a sina da equipa de NES. E isso costuma pagar-se caro! Com esta postura, o FC Porto vai no 8º empate na prova. Aguardemos pelo fim da competição para fazermos uma avaliação, sem nunca esquecer as habilidosas e polémicas arbitragens verificadas.

Aos 6 minutos já se festejava o golo no Estádio Municipal de Braga. Os dragões, trôpegos, presos e sem ideias, não conseguiam explanar o seu futebol e viram o Sp. Braga a pressionar bem na frente, jogando futebol de régua e esquadro. Por isso, Pedro Santos inaugurou o marcador bastante cedo, o que tornou a tarefa portista mais difícil do que o que se esperava.


Sabendo que o líder tinha vencido no dia anterior, os azuis-e-brancos acusaram a responsabilidade de vencer este jogo e o golo sofrido veio complicar ainda mais o cenário. Os Dragões não conseguiam reagir e durante a primeira parte pouco ou nada fizeram de significativo. A excepção foi a grande penalidade que ficou por assinalar sobre Soares à passagem dos 25 minutos (mais uma para a conta).

Grande penalidade que já foi vista contra o FC Porto a fechar a primeira parte. Aqui já sem quaisquer dúvidas da parte do árbitro que viu uma bola no braço de Óliver. Pedro Santo tirou as medidas à baliza, mas acertou estrondosamente no poste. Com este lance, terminou a primeira parte e o FC Porto evitava o xeque-mate no campeonato.

As tentativas do FC Porto, no primeiro tempo, terminavam facilmente na defensiva arsenalista que apostava nas transições rápidas para surpreender o Dragão. Na primeira fase de construção, Danilo esteve muito trapalhão e não foram raras as vezes em que perdeu bolas em zonas perigosas. Esta intranquilidade reflectiu-se nos companheiros do meio-campo, mais concretamente em A. André e Óliver.

E para terminar a análise da primeira parte, tempo ainda para falar sobre a excessiva agressividade da parte dos minhotos, pactuado pela equipa da arbitragem que permitiu aos minhotos fazerem faltas atrás de faltas sem qualquer admoestação.

Ora muitas vezes é assim que se condicionam os jogos e se inclina o campo conforme as conveniências. Se as cartolinas fossem mostradas quando tiveram que ser exibidas, o Sp. Braga teria tido mais cuidado na abordagem aos lances e o FC Porto, quiçá, teria construído o seu jogo de forma mais produtiva.

A dualidade de critérios, no entanto, esteve presente no relvado, não fosse o árbitro tão lesto a exibir o primeiro cartão amarelo a Felipe ainda decorria o 2º minuto de jogo. Depois disso, deixou as cartolinas sempre guardadas no bolso para a equipa da casa. “Façam o que tiverem que fazer, estejam à vontade que eu não vejo nada.”


De regresso dos balneários, esperavam-se mudanças na equipa portista. Mas NES resolveu manter o onze. A equipa pouco conseguia produzir. Por isso, o treinador colocou Corona em campo e retirou Óliver aos 55 minutos. Foi então que os Dragões começaram a carburar e encostaram os arsenalistas às cordas.

O mexicano fez-se logo notar. Mal entrou, fez um cruzamento milimétrico para a cabeça de Brahimi mas este rematou muito mal frente a Matheus. Depois a dinâmica de jogo da equipa subiu de produção. A ala direita ganhou profundidade, ao contrário da primeira parte em que se via única e exclusivamente Maxi a fazer todo o corredor.

Foi sem qualquer surpresa que o FC Porto alcançou o empate aos 61 minutos. Na cobrança de um canto sobre a direita, A. Telles colocou a bola no coração da área onde apareceu Soares a repor alguma justiça no jogo.

O Sp. Braga, completamente asfixiado na sua defensiva, usava e abusava do jogo faltoso. Cartolinas amarelas para a equipa da casa viram-se apenas as flagrantes e uma delas foi mostrada a Cartabia por entrada assassina sobre A. Telles, quando a vermelha teria sido a adequada. Mas siga a música e o jogo porque o árbitro não vê nada.

Tanto que não vê que exibiu a cartolina vermelha a Brahimi no banco (não se percebeu a sua substituição de NES), perto do fim da partida por algo que não viu. No entanto, ela foi exibida porque o 4º árbitro deu a sinalética, dizendo que o argelino terá dito algo em francês, mas que não percebeu o que terá dito! Uau!

Vamos ver que castigo virá aí para Brahimi mas suspeito de um bom par de jogos. Desta forma, retiram de cena o jogador mais desequilibrador da equipa azul-e-branca da ponta final do campeonato. Isto faz-me lembrar a época 2009-10 quando Hulk foi afastado da equipa até o campeonato dessa época estar sentenciado.

E já nem vou abordar a grande penalidade sobre Felipe durante a segunda parte. Porque se para a Taça de Portugal em Chaves, ao FC Porto foram sonegadas duas iguais a esta, porque seria a de Felipe assinalada?


Danilo perdeu a última grande oportunidade da noite num lance ensaiado aos 86 minutos, cabeceando para a bandeirola de canto quando estava em frente à baliza. E a terminar, André Silva (apagadíssimo) lançado nas costas da defensiva do Minho, perdeu a oportunidade de rematar à baliza.

Com este empate, os Dragões somam 68 pontos, menos três do que o líder da classificação. Na próxima jornada, Domingo, os portistas recebem o Feirense no Dragão já conhecedores do resultado do jogo em que o líder vai cumprir no Sábado em Alvalade.

O FC Porto está, claramente, dependente do que o Sporting conseguir fazer frente ao líder. Em caso de derrota do líder, os Dragões saltam para a liderança ex-aequo com o rival se vencerem o Feirense. Os outros dois resultados do líder, deixarão as contas do campeonato praticamente resolvidas a favor do rival.

Notas finais.

Em primeiro lugar, dizer que o FC Porto empatou o jogo de ontem por culpa própria. Não foi capaz de entrar bem no jogo e sofreu um golo madrugador que condicionou e comprometeu o desenrolar do jogo. Mas isto não é inédito na equipa de NES. Além disso, os seus jogadores perderam oportunidades soberanas para desfazer o empate. Mas a incompetência e a falta de sorte não permitiram o golo da vitória.

Nesta fase da temporada, não há margem para erros e o FC Porto tem dado alguns “tiros nos pés” que podem comprometer irremediavelmente a conquista do campeonato.

Em segundo lugar, uma palavra para a equipa de arbitragem. Se o FC Porto perdeu dois pontos por culpa própria, a equipa de arbitragem teve também a sua cota de responsabilidade. Há uma clara intenção de ver um novo tetracampeão no futebol e por isso vale tudo. Desde beneficiar de auto-golos constantes, contratos celebrados com jogadores de equipas adversárias antes dos jogos, passando por árbitros com decisões escandalosas durante os encontros, até à influência em jogos de terceiros.


E ontem houve mãozinha, de forma a que o jogo fosse conduzido a preceito. E quando o árbitro quer condicionar uma equipa, é muito fácil. Se a quiser condicionar defensivamente, basta começar a mostrar cartões amarelos a torto e a direito. Se a quiser condicionar ofensivamente, o caminho é pactuar fortemente com o jogo faltoso e com o anti-jogo da equipa adversária.

Ontem verificou-se o segundo caso. Tirem as vossas ilações.

Por último, quero fazer aqui uma apreciação a certos adeptos do FC Porto. Passam da depressão à euforia e vice-versa num ápice.

Quando estava o FC Porto com a possibilidade de desalojar o líder do primeiro lugar há um par de jornadas, eram só frases como “vamos ser campeões”, “somos os maiores”, vamos para a frente e de lá já ninguém nos tira”, blá, blá… Veio o jogo com o V. Setúbal que em caso de vitória colocaria os Dragões na liderança. Correu mal, foi ver insultos, palavrões que aqui não posso reproduzir, já eram todos os nabos, etc, etc…

Ontem antes do jogo, o optimismo exacerbado estava patente e visível nestes adeptos bipolares. No fim do jogo, lá regressou de novo a depressão e um chorrilho de insultos e de impropérios. Vou aguardar pelo próximo Sábado, primeiro, e pelo dia seguinte, depois, para ver se a bipolaridade vai regressar em força. Faço votos para que não aconteça, mas prefiro esperar para ver.

Faço também aqui um forte apelo a todos. Não se precipitem. Continuem a apoiar a equipa até ao fim do campeonato. Nessa altura, critiquem, insultem, elogiem, soltem loas, façam o que quiserem. Mas, neste momento, do que a equipa precisa é de apoio constante mesmo quando as coisas correm mal ou quando jogam de forma, se quiserem, confrangedora.

Estão vivos, estão na luta, estão a 3 pontos da liderança mesmo contra todas as contrariedades. Faltam 5 jogos, vamos TODOS dar o nosso apoio para vencer esses jogos. Até lá, contenham-se. É um favor que fazem à equipa e a toda a navegação.




DECLARAÇÕES

Nuno: “Não nos rendemos”

O mau início e a boa resposta
“O início do jogo foi algo que nos preocupou. Sabíamos que ia ser um jogo difícil, com um SC Braga muito pressionante. Foi uma boa reação da equipa, mas sofrer o golo cedo condicionou-nos. Soubemos jogar, produzir, chegar à igualdade e procurar a vantagem, que era o que todos queríamos. Eles fizerem uma boa pressão, mas recorreram muitas vezes à falta. O início do jogo é mau, mas também ajustamos rápido e a segunda parte é toda nossa. Foi um bom trabalho dos jogadores, faltou um melhor critério. Estamos tristes, mas não acabou.”

A mudança estratégica durante o jogo
“Desde o princípio vamos analisando e vendo o rendimento dos jogadores. Todas as decisões são sempre muito pensadas e na procura do melhor. Já apresentámos várias vezes este modelo e mudámos durante o jogo. Com a entrada de Corona tivemos largura, mas quero destacar o grande jogo e grande capacidade de luta de todos.”

Luta pelo título continua
“​Os nossos adeptos que vieram hoje aqui fizeram-nos sentir como no Dragão. Nós estamos tristes também por eles, mas quero dizer-lhes que não acabou. Três pontos é uma derrota do nosso adversário e estamos na luta. Vamos lutar todos os dias. Como grupo não nos rendemos nunca. Temos que fazer o nosso trabalho, pois faltam cinco jogos e são muitos pontos.”



RESUMO DO JOGO